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sábado, 7 de janeiro de 2017

Análise do Planeta Marvel: Guerras Secretas – Guardiões da Galáxia 4 (Editora Panini)

Veja a análise do Planeta Guerras Secretas – Guardiões da Galáxia 4, com as minisséries Senhor das Estrelas e Kitty Pryde, escrito por Sam Humphries e Capitã Britânia, escrito por Al Ewing, lançado pela Panini.


Sinopse:
Peter Quill sobreviveu à incursão final que engolfou a Terra 616 e se lembra de tudo! Principalmente de sua noiva falecida, Kitty Pryde! Enquanto cantava na Sala Silenciosa, Peter viu uma versão de Kitty, de outro domínio, na companhia de Gambit! Porém, a jovem que ele encontrou é bem diferente daquela que conhecia... já que ela caça anomalias a serviço da Fundação do monarca Destino! E ainda: Capitão Britânia e os Poderosos Defensores!
(Star-Lord and Kitty Pryde 1-3, Captain Britain and the Mighty Defenders 1-2)

Análise:
Antes de qualquer coisa, é bom lembrar que na época do lançamento de Guerras Secretas, o editor Tom Breevort disse que todos os tie-ins, embora levassem os títulos de grandes sagas que marcaram a Marvel, os autores teriam total liberdade de escolhas e adaptação das histórias. Deixarei esse lembrete em todas as minhas análises de Guerras Secretas.

Dito isso, o primeiro arco em três partes, escrito por Sam Humphries e desenhos de Alti Firmansyah, conta as aventuras de Peter Quill, um dos poucos sobreviventes que escapou na balsa criada por Reed Richards e que foi parar no Mundo Bélico. Ele vem se escondendo na Sala Silenciosa e conhece a versão de Kitty Pryde que trabalha para a Fundação Futuro de Deus Destino. Ela está atrás de uma anomalia para Valéria, mas é roubada por Gambit, o Colecionador. Uma aventura rápida e divertida, sem mais nada a acrescentar. Os desenhos cartunescos ajudam a dar o tom cômico da história. Leitura razoável.

O segundo arco em duas partes, escrito por Al Ewing e desenhos de Alan Davis, conta a história de Yinsen City, domínio em que Yinsen foi salvo no lugar de Tony Stark e agora rege seu domínio de maneira justa. Porém, com a chegada de Faiza Hussain, a Capitã Britânia e de seus próprios questionamentos, a cidade toda é condenada a ficar à mercê da rival vizinha Mondo City, regida pela Baronesa e Thor Hill. A arte de Alan Davis continua em alto nível, mas a trama em si é simples e também não acrescenta muita coisa. Acredito que se a minissérie fosse um pouco mais longa, haveria tempo para um desenvolvimento melhor. Leitura razoável.


Por Roger