Veja o comentário do Planeta sobre Convergência – Superboy e a Legião dos Super-Heróis, com roteiro de Stuart Moore e desenhos de Gus Storms e Peter Gross.


Superboy e a Legião do século XXX também ficaram presos no domo em Metrópolis. Durante esse tempo, o jovem Clark tem sofrido muito por estar longe de sua família, os Kents, seu cão Krypto, sua melhor amiga Lana e sua cidade de um modo em geral. O líder da Legião naquela ocasião estava fora, e coube ao Superboy assumir a liderança, o que era muito difícil para o rapaz de aço relutante.

Quando o domo cai, seus poderes retornam, mas eles ainda têm dúvidas sobre o que fazer, já que, não faz parte de seus planos lutarem contra outros heróis até a morte.

Nisso, os Cavaleiros Atômicos, em sua nobre tentativa de defender sua minúscula cidade de pouco mais de 200 habitantes, enfrentam o Superboy e a Legião. Mais do que apenas uma batalha, a história contrasta a coragem, embora mal direcionada, dos Cavaleiros Atômicos com a relutância e a insegurança com jovem Clark rumo ao amadurecimento.

Uma frase do Superboy no final da história mostra esse caminho tortuoso que o garoto de aço teve de percorrer até aceitar seu papel de salvador e inspirador da Legião:
“Às vezes, matar é uma decisão difícil, mas não matar, pode ser ainda mais”.

Dentro do contexto, é uma bela mensagem. Uma história bela história, que poderia muito bem ser um belo conto.


Por Roger