Acabei de ler Liga da Justiça #40
escrita por Geoff Johns e resolvi escrever brevemente aqui no Plantão do
Planeta.
Metron é um observador frio e
calculista, cuja curiosidade pelos vários aspectos da existência, às vezes, leva-o
a interferir nos assuntos de outros mundos.
Numa dessas raras ocasiões, ele propõe
um acordo entre Darkseid e o Pai Celestial para que os dois soberanos não
entrem em guerra e seus mundos sejam destruídos. Nessa hora, vemos a origem de Órion
e o Senhor Milagre.
Também, vemos o retorno do
Antimonitor, que será uma peça fundamental dessa Guerra do Darkseid. Aqui, o
vilão deve ser bem mais desenvolvido, tanto em sua origem quanto em sua motivação.
Geoff Johns é famoso por ser um
profundo conhecedor do universo DC, mas dessa vez, ele se superou. Mostrando o
que realmente aconteceu e está acontecendo no universo DC, desde Crise nas
Infinitas Terras, passando por Zero Hora, Crise Infinita e Ponto de Ignição,
Johns deixa uma explicação mais clara sobre o que é o Novos 52, e tudo o que
foi feito até agora, desde que os Novos 52 começaram com o lançamento de Liga
da Justiça #1, com o arco da invasão de Darkseid até os acontecimentos de
Vilania Eterna, já estava tudo interligado.
Parabéns Johns! Uma bela homenagem e
uma prova do seu amor pela DC e suas “Lendas”. Que venha Darkseid War!
Por Roger
5 Comentários
Ainda não li mas o Geoff Johns sabe o que faz, pena que a Liga dele seja bem mediana(até porque o Lanterna Verde dele é fantástico).
ResponderExcluirPs:Só espero que o Darkseid não seja igual ao do começo dos novos 52.
O trabalho dele no Lanterna Verde deve ser difícil até mesmo para ele superar. Foram anos desenvolvendo e criando toda uma mitologia.
ExcluirPs: Acho que o Darkseid apresentado no primeiro arco da Liga foi muito mal apresentado, pois o obejtivo era deixar tudo corrido. Mas, quando ele voltou em Terra-2 Fim do Mundo, já era bem mais parecido com aquele de Lendas, por exemplo, poderoso, arrogante e manipulador.
Acho que eles nunca jamais conseguirão nos convencer que os Novos 52 não foram uma treta muito da mal-feita, pela seguinte razão: não somos idiotas. Mas que Johns tem minha atenção ele tem. O que eu não daria pra ler uma continuidade do que ele fez com o Shazam nos Novos 52... Maravilhoso... Inacreditável como o Lanterna Verde dele.
ResponderExcluirAcho que a iniciativa em si foi muito boa. Na minha opinião, um reboot viria bem. O problema foi a execução como um todo. Houveram muitas boas histórias e revistas, mas o projeto em si teve falhas com certeza.
ExcluirO Shazam do Johns foi um grande acerto! Pena que parou ali, só na origem. Imagino o que o Johns não poderia ter feito se continuasse a expandir a mitologia do mago...
E terminou com belíssimos pontos soltos como o Silvana conhecendo aquele vermezinho lá e o tigre Tawny que a gente não sabia como ia se desenvolver (ou mesmo o próprio Billy e sua família adotada c/ super-poderes). E também não ficou claro o que rolou c/ os pais dele e se eles tinham alguma ligação com o Tawny. Dava pra ter saído uma série mto épica. Aqueles desenhos do Gary Frank tavam lindíssimos.
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