Logo criado por Jorge Luís

Plantão do Planeta: Geoff Johns mostra que realmente conhece o Universo DC

Acabei de ler Liga da Justiça #40 escrita por Geoff Johns e resolvi escrever brevemente aqui no Plantão do Planeta.


Esta história é o prólogo para a saga Darkseid War que deve começar na edição seguinte e, de acordo com Johns, deve ser uma saga contida na própria revista da Liga.

Metron é um observador frio e calculista, cuja curiosidade pelos vários aspectos da existência, às vezes, leva-o a interferir nos assuntos de outros mundos.

Numa dessas raras ocasiões, ele propõe um acordo entre Darkseid e o Pai Celestial para que os dois soberanos não entrem em guerra e seus mundos sejam destruídos. Nessa hora, vemos a origem de Órion e o Senhor Milagre.

Também, vemos o retorno do Antimonitor, que será uma peça fundamental dessa Guerra do Darkseid. Aqui, o vilão deve ser bem mais desenvolvido, tanto em sua origem quanto em sua motivação.


Geoff Johns é famoso por ser um profundo conhecedor do universo DC, mas dessa vez, ele se superou. Mostrando o que realmente aconteceu e está acontecendo no universo DC, desde Crise nas Infinitas Terras, passando por Zero Hora, Crise Infinita e Ponto de Ignição, Johns deixa uma explicação mais clara sobre o que é o Novos 52, e tudo o que foi feito até agora, desde que os Novos 52 começaram com o lançamento de Liga da Justiça #1, com o arco da invasão de Darkseid até os acontecimentos de Vilania Eterna, já estava tudo interligado.

Parabéns Johns! Uma bela homenagem e uma prova do seu amor pela DC e suas “Lendas”. Que venha Darkseid War!


Por Roger

Postar um comentário

5 Comentários

  1. Ainda não li mas o Geoff Johns sabe o que faz, pena que a Liga dele seja bem mediana(até porque o Lanterna Verde dele é fantástico).
    Ps:Só espero que o Darkseid não seja igual ao do começo dos novos 52.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. O trabalho dele no Lanterna Verde deve ser difícil até mesmo para ele superar. Foram anos desenvolvendo e criando toda uma mitologia.
      Ps: Acho que o Darkseid apresentado no primeiro arco da Liga foi muito mal apresentado, pois o obejtivo era deixar tudo corrido. Mas, quando ele voltou em Terra-2 Fim do Mundo, já era bem mais parecido com aquele de Lendas, por exemplo, poderoso, arrogante e manipulador.

      Excluir
  2. Acho que eles nunca jamais conseguirão nos convencer que os Novos 52 não foram uma treta muito da mal-feita, pela seguinte razão: não somos idiotas. Mas que Johns tem minha atenção ele tem. O que eu não daria pra ler uma continuidade do que ele fez com o Shazam nos Novos 52... Maravilhoso... Inacreditável como o Lanterna Verde dele.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Acho que a iniciativa em si foi muito boa. Na minha opinião, um reboot viria bem. O problema foi a execução como um todo. Houveram muitas boas histórias e revistas, mas o projeto em si teve falhas com certeza.
      O Shazam do Johns foi um grande acerto! Pena que parou ali, só na origem. Imagino o que o Johns não poderia ter feito se continuasse a expandir a mitologia do mago...

      Excluir
    2. E terminou com belíssimos pontos soltos como o Silvana conhecendo aquele vermezinho lá e o tigre Tawny que a gente não sabia como ia se desenvolver (ou mesmo o próprio Billy e sua família adotada c/ super-poderes). E também não ficou claro o que rolou c/ os pais dele e se eles tinham alguma ligação com o Tawny. Dava pra ter saído uma série mto épica. Aqueles desenhos do Gary Frank tavam lindíssimos.

      Excluir