Veja
a análise do Planeta Guerras Secretas – Guardiões da Galáxia 4, com as minisséries Senhor das Estrelas e Kitty Pryde, escrito por Sam Humphries e Capitã Britânia, escrito por Al Ewing, lançado pela Panini.
Peter
Quill sobreviveu à incursão final que engolfou a Terra 616 e se lembra de tudo!
Principalmente de sua noiva falecida, Kitty Pryde! Enquanto cantava na Sala
Silenciosa, Peter viu uma versão de Kitty, de outro domínio, na companhia de
Gambit! Porém, a jovem que ele encontrou é bem diferente daquela que
conhecia... já que ela caça anomalias a serviço da Fundação do monarca Destino!
E ainda: Capitão Britânia e os Poderosos Defensores!
(Star-Lord
and Kitty Pryde 1-3, Captain Britain and the Mighty Defenders 1-2)
Análise:
Antes
de qualquer coisa, é bom lembrar que na época do lançamento de Guerras
Secretas, o editor Tom Breevort disse que todos os tie-ins, embora levassem os
títulos de grandes sagas que marcaram a Marvel, os autores teriam total
liberdade de escolhas e adaptação das histórias. Deixarei esse lembrete em
todas as minhas análises de Guerras Secretas.
Dito
isso, o primeiro arco em três partes, escrito por Sam Humphries e desenhos de
Alti Firmansyah, conta as aventuras de Peter Quill, um dos poucos sobreviventes
que escapou na balsa criada por Reed Richards e que foi parar no Mundo Bélico.
Ele vem se escondendo na Sala Silenciosa e conhece a versão de Kitty Pryde que
trabalha para a Fundação Futuro de Deus Destino. Ela está atrás de uma anomalia
para Valéria, mas é roubada por Gambit, o Colecionador. Uma aventura rápida e
divertida, sem mais nada a acrescentar. Os desenhos cartunescos ajudam a dar o
tom cômico da história. Leitura razoável.
O
segundo arco em duas partes, escrito por Al Ewing e desenhos de Alan Davis,
conta a história de Yinsen City, domínio em que Yinsen foi salvo no lugar de
Tony Stark e agora rege seu domínio de maneira justa. Porém, com a chegada de
Faiza Hussain, a Capitã Britânia e de seus próprios questionamentos, a cidade
toda é condenada a ficar à mercê da rival vizinha Mondo City, regida pela
Baronesa e Thor Hill. A arte de Alan Davis continua em alto nível, mas a trama
em si é simples e também não acrescenta muita coisa. Acredito que se a
minissérie fosse um pouco mais longa, haveria tempo para um desenvolvimento
melhor. Leitura razoável.
Por Roger