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Comentário do Planeta Marvel: Cable #1 (Editora Panini)


Leia o comentário do Planeta sobre Cable #1, formato americano, 116 páginas, lombada quadrada, capa cartão, R$ 18,90, lançado em outubro de 2018 pela Editora Panini.


Comentário:
Cable #1: Roteiro: James Robinson / Desenhos: Carlos Pacheco
Cable está à caça de um vilão viajante do tempo. Quando esteve no Arizona de 1.874, lutou contra pistoleiros com pistolas tecnológicas. Sua próxima pista foi no Japão feudal em 1.543 e lá acabou sendo cercado por samurais portando espadas futurísticas.

Cable #2: Roteiro: James Robinson / Desenhos: Carlos Pacheco
Depois de sobreviver ao ataque do grupo de ronins, Cable faz mais uma tentativa no fluxo do tempo e vai parar no ano de 1.121 na Penísula de Iucatã em plena civilização Maia.

Cable #3: Roteiro: James Robinson / Desenhos: Carlos Pacheco
Sua última pista leva Cable até a Penísula de Iucatã no ano de 1.121. Um sacerdote maia local ajudou Cable a identificar a localização dos dois últimos fragmentos que compõe a Espada do Tempo, a arma que o viajante do tempo Conquista está determinado a reunir.

Cable #4: Roteiro: James Robinson / Desenhos: Yildiray Cinar
A última parada de Cable é em Moscou, em 1908. A essa altura a realidade está sensivelmente comprometida com a grande quantidade de armamentos que Conquista vem deixando por onde passa. Infelizmente, Cable não chega a tempo impedir o viajante de obter o quarto pedaço da espada.

Cable #5: Roteiro: James Robinson / Desenhos: Yildiray Cinar
Cable sabe que dificilmente impedirá Conquista de conseguir a última parte da Espada do Tempo e foge forçando o tecnocrata a persegui-lo. O campo de batalha escolhido por Nathan Summers é o norte da África, no fim da Era Cretácea.

A missão de Cable é perseguir e deter um vilão que escapou pelo fluxo do tempo, com o objetivo de reunir fragmentos de uma poderosa espada que o capacitará a altera toda a realidade. Trama perfeita para Nathan Summers com viagens através das eras e muita ação. Nada mais do que isso. Leitura insatisfatória.

Por Roger