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sábado, 26 de maio de 2018

Planeta Comenta DC: Mulher-Maravilha #164-170 (2001)


Li Mulher-Maravilha #164-170, do encadernado Wonder Woman: Paradise Lost, com roteiro e desenhos de Phil Jimenez, e farei breves comentários das edições.


Edição #164: Ares, o deus da guerra está de volta para trazer devastação à Terra. Ele envia seus filhos – Deimos, deus do terror, Eris, deusa da discórdia e Fobos, deus do medo – que tomaram os corpos do Coringa, Hera Venenosa e Espantalho, para começar a espalhar esses sentimentos sombrios. Batman e Caçadora são a primeira linha de frente de Gotham, mas não estão sozinhos. Da Ilha Paraíso, a Mulher Maravilha e Ártemis são enviadas para impedir o caos.

Edição #165: Deimos escolheu a cidade de Gotham e criou seu próprio Areópago para o retorno de Ares. Donna Troy é atacada por Esteno, uma das górgonas, mas é salva pelo Asa Noturna. Os dois jovens titãs se juntam à Batman e Mulher Maravilha. Do lado de fora, Caçadora e Ártemis enfrentam Maxi Zeus e seu exército de seguidores.

Edição #166: Oráculo pede ajuda à Tim Drake, o Robin e Cassie, a Moça-Maravilha. Arlequina serviria como sacrifício para a chegada de Ares, mas Maxi Zeus acaba sendo morto e oferecido. Num último ato, Fobos se apossa do corpo de Batman.

Edição #167: Dominando o corpo de Batman, Fobos começa a espalhar o medo em toda parte. Quando finalmente Ares chega, Diana conta-lhe toda a verdade. O que será que o deus da guerra fará em seguida?

Edição #168: Hipólita passa muito tempo ausente de seus afazeres como rainha das amazonas. Diana começa a apresentar queixas sobre isso e Donna tenta apaziguar o relacionamento entre elas, mas sem êxito. Com a família real em conflito, está aberta a oportunidade de tomada de poder e uma possível guerra civil entre as amazonas, que atualmente estão divididas em duas tribos.

Edição #169: A guerra eclode na Ilha Paraíso. Felizmente, a responsável por essa situação é descoberta bem como seus objetivos, e é destruída. Hipólita toma uma decisão surpreendente. Abdica de sua posição de rainha e cancela o matriarcado de sua linhagem.

Edição #170: Lois Lane entrevista Diana em uma matéria especial e a acompanha ao redor do mundo enquanto a Mulher Maravilha desempenha seu papel como Embaixadora de Themiscyra, mesmo não sendo mais a princesa. Um diálogo extremamente franco entre as duas.

A estreia de Phil Jimenez nos roteiros e nos desenhos foi muito feliz. Ele trouxe de volta os elementos essenciais da fase de George Pérez, inclusive seus desenhos são bem parecidos ao de Pérez, não somente nas fisionomias, mas nos enquadramentos também. Jimenez apresentou de forma eficaz toda a representatividade que a Mulher Maravilha tem no universo DC, tanto em seu lar natal, quanto no mundo do patriarcado. A última história que mostra Lois Lane acompanhando Diana ao redor do mundo foi particularmente reveladora, em ambos os lados. Para quem gosta da fase de George Pérez, é impossível não gostar ou não se identificar com esse volume. Leitura altamente recomendada.

Por Roger