A combinação de Ray Fawkes, Fernando Pasarin e Blond foi a responsável por tomar conta
desta edição de Batman Eternal. Agora a série completa nada menos que 30 edições e caminha
gradativamente para uma mudança completa de toda a mitologia do Batman. Fawkes
dá uma conclusão à sub-trama que vem comandando na revista há algumas semanas e
oferece um novo caminho para que o Homem-Morcego e seus asseclas sigam daqui em
diante.
Roteiro: SCOTT SNYDER, JAMES TYNION IV, JOHN LAYMAN, KYLE HIGGINS, RAY FAWKES e TIM SEELEY
Arte: FERNANDO PASARIN
Cores: BLOND
Capa: CLAY MANN & ROMULO FAJARDO JR.
O Espectro finalmente aparece e suas
ações são bombásticas. Ele dá fim a tudo que Deacon Blackfire estava fazendo no
subsolo do Asilo Arkham, recolhendo em seguida todas as almas malignas
libertadas pelo vilão. Todavia, ao fazer isso, o braço direito de Deus põe fim
ao feitiço que mantinha a construção em pé. Tudo começa a ruir. Alfred (que
estava lá) é ferido e os internos desaparecem. Batman mergulha para tentar
auxiliar os que estavam lá dentro, mas dá de encontro com a Filha do Coringa
totalmente armada. Vale lembrar que ela foi ajudada por uma misteriosa figura
que deve se revelar mais adiante na série.
Um dos momentos mais emocionantes
desta edição de Batman Eternal acontece quando Batwing se vê em
completo desespero e começa a rezar o “Pai Nosso”. Poucas vezes os personagens
ligados ao universo do Batman são mostrados desta forma e, numa edição que
lidou com elementos míticos e fé, nada mais justo e interessante que ter uma
cena assim.
No geral, Batman Eternal continua uma ótima leitura para fãs
do Morcego. A série se tornou o lugar para que a bat-família seja explorada em
sua totalidade e os criadores por trás dela estão fazendo um bom trabalho
dentro deste escopo.
Por Morcelli
Fonte: Terra Zero
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