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US News DC: Dan Abnett fala sobre a Sociedade da Justiça da América de Convergence

Dan Abnett deu uma entrevista ao Newsarama na semana passada, na qual sobre Convergence: Justice Society of America. A revista, cujo primeiro número sai na quarta semana de abril, tem juntamente com os roteiros de um dos criadores dos Guardiões da Galáxia modernos a arte de Tom Derenick (Pacto das Sombras, The Hypernaturals). Seguem alguns dos pontos mais importantes citados por Abnett:


Primeiro, o autor reforçou a ideia de que vários dos títulos puderam ser escolhidos pelos autores: quando foi convidado para escrever a Sociedade da Justiça da América, foi a conferência para escolher os personagens que permitiu a Dan também pegar a revista do Barry Allen pré-Crise.

Havia uma espécie de “processo de aposta” no qual nós ficamos no telefone com Bobbie Chase e Dan DiDio e argumentada pelos personagens com mais apelo para que pudessem ser incluídos. Foi uma das mais divertidas conferências telefônicas das quais eu já participei. É assim que eu acabei chegando na SJA e para meu outro título, Barry Allen – além dos vilões envolvidos.

Além disso, a forma pela qual Gavião Negro, o Flash Jay Garrick, o Lanterna Verde Alan Scott e o Dr. Destino recuperam sua juventude para lutar contra o universo de antimatéria de Qward é “celebratória, nostálgica e um pouco triste”, segundo o escritor.

Abnett ainda disse que sente falta dos heróis mais velhos na DC, que dão uma impressão de que há um senso de realismo nesse Multiverso fantástico:

Há uma tendência de fazer os heróis mais jovens hoje em dia, de fazê-los pessoas que estão recém descobrindo suas habilidades e começando. Eu sempre amei o núcleo da SJA por serem pessoas que já conquistaram um legado, que têm experiência de vida e carreiras. Não é melhor; apenas faz um contraste muito bom, adicionando um senso de realismo ao UDC – heróis ficam mais velhos, há progressão, a vida segue.

Entretanto, o roteirista entende que esse tipo de rejuvenescimento é importante para revitalizar os conceitos dos super-heróis. E ele concorda com Grant Morrison sobre o papel mítico dos meta-humanos:

Estas são figuras míticas modernas, e suas histórias e lendas adicionam peso e profundidade aos seus personagens. Nós precisamos de ideias e personagens sempre revigorados e reinventados toda hora, e nós precisamos torná-los acessíveis às novas gerações de leitores, mas também desejamos celebrar seus passados, tanto dentro do universo quanto nos termos da apreciação de histórias publicadas.

Por fim, quando perguntado sobre a tendência de usar esses artifícios de forma ampla por várias editoras, (sem citar diretamente Secret Wars, da Marvel), o escritor apontou que, de certa forma, os eventos são bons para todo tipo de leitor, servindo aos mesmos propósitos em uma editora ou outra:

Há muitos fãs novos a serem recepcionados, mas também muitas pessoas que são leitores há muito tempo e que investiram e se conectaram a essas sagas heroicas modernas. Editoras como a DC são sábias o suficiente para responderem a ambos, e eventos como Convergence oferecem recompensas para leitores estabelecidos e para os novos também.

Fonte: Terra Zero

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2 Comentários

  1. eles ficaram com jeito de Bem antigos nessa revista!! e eles já são antigos!! e arte do Tom reforça isso...Marcos Punch.

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    1. Marcos, acho que aconteceu alguma coisa, e eu tive de substituir a imagem, mas acho que era ela que estava aí.

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